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Mostrando postagens de Setembro, 2014

Violência sexual contra a mulher e seus desdobramentos

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Notícia publicada no Saúde Informa
Pesquisa qualitativa analisou impactos físicos, emocionais e sociais em vítimas de violência sexual por até um ano após o evento
A agressão sexual, considerada um problema de saúde pública pelo Ministério da Saúde, leva a conseqüências graves para a saúde física, psicológica e social da vítima. A questão foi apresentada na tese de Eliara Froes, defendida junto ao Programa de Pós-graduação em Saúde da Mulher da Faculdade de Medicina da UFMG. A motivação veio a partir de sua experiência em 24 anos de assistência psicológica em hospital público, com dedicação à saúde da mulher.

“A violência sexual contra as mulheres, assim como qualquer outra violência contra qualquer indivíduo, deve ser estudada e gerar conhecimento que ajude a diminuir a sua ocorrência. No caso específico da mulher, há maior importância do estudo ser realizado em nosso país devido às características culturais específicas”, aponta o professor Antônio Carlos Cabral, orientador da tese.

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Manter o cérebro ativo ajuda a memória

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Eu não me lembro…” quando a memória falha. Esse foi o tema da “Quarta da saúde”, que aconteceu nesta quarta-feira, 17 de setembro. Conduzida pelo professor do Departamento de Clínica Médica, Paulo Caramelli, a palestra ressaltou desde os tipos de memória às causas de sua perda.

[caption id="attachment_42350" align="alignleft" width="291"] Professor Paulo Caramelli[/caption]

Segundo o professor, a memória é um grande sistema de armazenamento de informações e citou um estudo, de 1958, que apontou que existem vários tipos dela. Nele, o paciente se submeteu a um procedimento de retirada de uma pequena região do cérebro, na tentativa de tratamento da epilepsia. Nenhuma área motora ou intelectual do jovem foi afetada, mas sua memória passou a falhar em alguns aspectos: ele não se lembrava de acontecimentos dos meses próximos à cirurgia e não conseguia gravar novas informações, mas recordava de toda sua vida anterior ao procedimento.

Caramelli explicou que existe …

Meningite mata dez por mês

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Somente a detecção precoce evita a transmissão e as sequelas da infecção

Fugindo do óbvio na hora do exercício

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Programa de rádio apresenta série dedicada a outros tipos de atividade, como a hidroginástica e a ioga, que trabalham aspectos físicos e mentais

Nós, seres humanos, não fomos feitos para ficar parados – a atividade física é fundamental e, mais do que isso, uma necessidade. Sendo assim, não é possível que uma pessoa sedentária tenha uma saúde plena. “Nossa espécie precisa de exercício físico. Quando nós ficamos sedentários, ficamos doentes. O ideal é que todo mundo realize algum tipo de atividade, inclusive as pessoas mais velhas”, garante o professor titular da Escola de Educação Física da UFMG, Luiz Oswaldo Rodrigues, que também é profissional voluntário do Hospital das Clínicas da UFMG.

[caption id="attachment_42274" align="alignleft" width="300"] Ioga é um dos destaques da série "Fuja do óbvio! Conheça outros tipos de atividade". Foto: Reprodução / Internet[/caption]

Por motivos diversos, existem situações em que o indivíduo não consegue realiza…

Novas epidemias de gripe são esperadas e podem ser superadas

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Saúde com Ciência apresenta série sobre a gripe e tira dúvidas sobre a mutação do vírus Influenza e a vacina contra a doença

Usar máscaras de proteção respiratória e evitar aglomerações foram algumas medidas adotadas por cidadãos do mundo todo em 2009. Isso porque, naquele ano, os órgãos de saúde presenciaram uma epidemia do vírus Influenza A H1N1, a popular gripe suína, que levou ao óbito mais de dez mil pessoas. Essa, no entanto, não é uma situação isolada – crises semelhantes são esperadas a cada década.

“É esperado que a cada dez anos ocorra uma grande mutação genética no vírus da gripe”, afirma o infectologista e professor da Faculdade de Medicina, Unaí Tupinambás. Segundo ele, o patógeno sofre alterações anualmente e, embora na maioria das vezes as mudanças sejam sutis, existe a possibilidade de uma nova cepa surgir a partir do contato com outros tipos de vírus da doença. “O vírus pode pegar uma parte do vírus da ave ou de outro animal e sofrer uma alteração genética. Nesses casos…