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Mostrando postagens de Outubro, 2014

Mamãe e bebê

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Professores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão pesquisando sobre o desenvolvimento de bebês por meio do contato com a família.

Pneumonia

É a infecção do pulmão, que pode ter como agente causador tanto vírus como bactérias. Acomete crianças de todas as idades e merece especial atenção pela sua possível gravidade.

Piolho (Pediculose do couro cabeludo)

É um parasita (Pediculus) do couro cabeludo que causa uma doença que tem como principal sintoma a coceira. Seus ovos são conhecidos como lêndeas.

Parasitose intestinal

Infecção causada por parasita intestinal (como vermes e protozoários), sendo frequente em escolares e pré-escolares. 

Nariz entupido (Obstrução nasal)

A obstrução nasal é um sintoma muito comum na infância podendo levar a dificuldade na respiração e na alimentação. Uma das causas mais frequentes é a inflamação da mucosa e a presença de secreção nasal, na maioria das vezes decorrente de gripes, resfriados ou alergia respiratória.

Meningite

Meningite é uma inflamação das meninges – membranas que envolvem o cérebro – causada por diferentes bactérias, vírus ou fungos.

Esquistossomose

Esquistossomose (popularmente conhecida como xistose) é uma parasitoseque acomete principalmente o intestino, podendo também acometer o fígado, o baço e o pulmão.

Eritema Infeccioso

É uma doença exantemática causada pelo Parvovírus B19 e acomete crianças de dois a 12 anos. A transmissão ocorre por gotículas emitidas durante choro, tosse, espirro e fala, acometendo crianças geralmente no período de inverno e primavera.

Dor de ouvido (Infecção do ouvido, otite)

A dor de ouvido, na maioria das vezes, é decorrente de uma infecção no local, o que é muito comum na infância. Existem dois tipos de infecção: a otite media aguda, que acomete a região mais interna do ouvido, e a otite externa, que acomete o conduto auditivo.

Deficiência visual

É a dificuldade de enxergar, que pode ser desde um prejuízo contornável com o uso de óculos ou lentes de contato em alguns casos, até a cegueira.

Estudo analisa sofrimento psíquico entre estudantes de Medicina

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*matéria publicada na edição 41 do jornal Saúde Informa

A partir das demandas que chegam à Escuta Acadêmica foi possível avaliar dificuldades vividas pelos alunos e os ambientes de acolhida existentes na Faculdade de Medicina


[caption id="attachment_42903" align="alignleft" width="232"] Maria das Graças Santos Ribeiro, psicóloga e autora do estudo.[/caption]
Infrequência às aulas, reprovações, desinteresse pelo estudo: essas são algumas das demandas acadêmicas que chegam à Assessoria de Escuta Acadêmica do Centro de Graduação da Faculdade de Medicina da UFMG (Cegrad), e trazem veladas situações de sofrimento psíquico dos alunos da Unidade.
“Essas demandas aparecem como sintomas de que existem questões causando sofrimento aos alunos e, a partir dessas queixas, trabalhamos fatores associados às dificuldades emocionais de cada estudante”, explica a psicóloga e autora da dissertação defendida junto ao Programa de Pós- Graduação em Promoção de Saúde e Prevenção da…

Violência e Adolescência – Uma Dissonância

A violência juvenil ocupa um lugar emblemático na discussão sobre a violência no País e alguns mitos condicionam a compreensão da questão da prática de atos infracionais por adolescentes: o hiperdimensionamento do problema, a periculosidade e a irresponsabilidade do adolescente. Entretanto, a maior parte dos delitos cometidos pelos adolescentes são crimes contra o patrimônio e o fato de um adolescente ser inimputável penalmente não o exime de ser responsabilizado com as medidas socioeducativas.Violência e Adolescência – Uma Dissonância - PDF

Violência psicológica, física e sexual dentro de casa

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Notícia publicada no Saúde Informa
Pesquisa realizada em Ribeirão das Neves alerta para alto número de casos de violência praticada contra mulheres por parceiros íntimos.
Estudo realizado com 470 mulheres de um município da Região Metropolitana de Belo Horizonte revela que 42,8% delas já sofreram agressões psicológicas, principalmente, pelos parceiros íntimos. Os dados foram obtidos através de um recorte da pesquisa do Programa de Promoção de Saúde e Prevenção da Violência na Atenção Básica, que analisou também a violência física e sexual às mulheres.

Em dissertação defendida junto ao Programa de Pós--Graduação em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência da Faculdade de Medicina da UFMG, a gerente de Unidade de Saúde da Prefeitura de Belo Horizonte, Doriana Ozólio, buscou compreender e discutir a violência, especialmente a praticada pelo parceiro íntimo, contra as mulheres usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) do município de Ribeirão das Neves, Minas Gerais.

Em 2012, pesquisadores r…

Cobreiro (Herpes zoster)

Recebe o nome de herpes zoster. É uma infecção aguda causada por vírus (o mesmo causador da catapora) que se apresenta latente (“adormecido”) no corpo humano.

Catapora (Varicela)

Também conhecida como varicela, é uma doença exantemática causada por vírus, muito contagiosa, autolimitada e na maioria das vezes branda.

Bullying

Bullying são agressões verbais e não verbais, intimidações, brincadeiras humilhantes sofridas e que acarretam um prejuízo significativo na vida das pessoas que as sofreram.

Colcha de retalhos: tecendo o combate à violência contra a mulher

A construção gradual de uma colcha de retalhos pelos participantes do projeto Para elas, por elas, por eles, por nós”, que propõe a implantação de uma rede integrada de atenção à mulher em situação de violência no Brasil, virou objeto de estudo da terapeuta ocupacional Patrícia Campos Chaves, em sua dissertação defendida junto ao Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência da Faculdade de Medicina da UFMG.

A proposta surgiu durante a organização das atividades durante os encontros dos participantes do projeto. A colcha seria construída a partir de crachás de pano e crochê utilizados por eles. “A colcha virou um símbolo, representou para os participantes dos seminários o senso de pertencimento ao projeto”, explica a autora da dissertação.

A produção da colcha foi realizada em todos os eventos da rede pelo país e, a cada novo seminário, ganhou novos pedaços, novos significados e passou também a incorporar um pouco da história dos lugares.

Para o desenvolvimento…

Uso da Caderneta de Saúde da Criança por alunos de medicina da UFMG

A Caderneta da Saúde da Criança (CSC) é o instrumento criado pelo Ministério da Saúde para registro de dados de saúde, distribuída a todas as crianças nascidas em território brasileiro, e fica sob a guarda da família. Para que a CSC cumpra seu papel de comunicação, vigilância e promoção da saúde infantil deve-se fazer o registro correto e completo das informações, além do diálogo com a família sobre as anotações ali realizadas.Uso da Caderneta de Saúde da Criança por alunos de medicina da UFMG

Projeto visa melhorar relação entre bebês prematuros e mães

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Coordenado por professores da UFMG, o estudo será financiado pelo governo canadense através da instituição “Grand Challenges Canada”.

Sobrepeso não é sinal de saúde

Hoje, cerca de 15% das crianças e 8% dos adolescentes sofrem de problemas com a obesidade

Por que lavar o nariz da criança?

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A hidratação ajuda a prevenir doenças respiratórias. Saiba como aplicar o soro da maneira certa

Pediatria seleciona professores substitutos

As inscrições são até o dia 23 de outubro

Pediatria abre processo de seleção de monitores

São ofertadas cinco vagas, destinadas a alunos do curso de Medicina, entre o 7o e 10o períodos.

Violência contra o idoso ainda é pouco revelada no Estado

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Estudo da Faculdade de Medicina analisou situação da violência contra o idoso em Minas Gerais
A cada cem mil idosos, mais de 80 sofreram violência em Minas Gerais entre os anos de 2011 e 2012. Isso é o que revela as denúncias e notificações divulgadas pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificações (Sinan). Se não bastasse esse quadro, estudo de mestrado realizado junto ao Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência, da Faculdade de Medicina da UFMG, indica casos que não foram registrados.

De acordo com a autora da pesquisa, Regina da Cunha Rocha, que também é gerente de Assistência à Saúde da Regional Oeste na Secretaria de Saúde de Belo Horizonte, as notificações e denúncias tornam públicos os eventos, mas ainda há um grande desconhecimento das formas silenciosas com as quais a sociedade convive com a violência. “O primeiro passo para o enfrentamento do problema é a compreensão e dimensionamento desse, o que exige a produção de informações fidedignas …