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Marcas e penas: a mulher e a vida após a cadeia

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[caption id="attachment_44028" align="alignleft" width="300"] Foto: reprodução internet[/caption]

“O discurso do sistema prisional é de ressocializar os que infringiram a lei, mas a prática é outra. As marcas na vida dos que passam por ele são enormes, e as mulheres sofrem ainda mais com isso”, expõe Conrado Pável de Oliveira, autor de um estudo defendido junto ao programa de pós-graduação em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência da Faculdade de Medicina da UFMG.

O número de pessoas cumprindo pena de privação de liberdade ultrapassa os 700 mil e somente 7% dessa população é de mulheres, segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Conrado conta que o sistema carcerário foi desenvolvido para atender homens, e as mulheres encontram certa brutalidade nele. “Percebemos coisas mínimas, como o uniforme masculinizado e poucas unidades construídas para receber especificamente uma população feminina”. Com…