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Mostrando postagens de Março, 2015

Dermatologistas contam com banco de dados brasileiro de produtos

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Notícia publicada no Saúde Informa
A lista foi criada com o objetivo de facilitar a atuação do profissional, principalmente para atender melhor os pacientes com alergias

Em sua experiência profissional, na hora de prescrever, a dermatologista Vanessa Barreto Rocha percebeu a dificuldade em verificar se o produto dermatológico continha alérgenos, substâncias que causam alergia, relacionadas aos veículos dos produtos. Para facilitar a atuação dos profissionais da área, ela criou o primeiro banco de dados de todos esses tipos de produtos comercializados no Brasil, chamado de Programa para Pesquisa de Alérgenos de Contato (PPAC). Este foi o principal resultado da sua dissertação de mestrado defendida junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto da Faculdade de Medicina da UFMG.

“Quando tínhamos que prescrever para um paciente alérgico era preciso consultar o rótulo dos produtos, o que não havia na internet e, nem mesmo os livros, continham todos. Então, era prec…

Pesquisa relaciona Fica Vivo e redução de homicídios em bairro de BH

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“O programa Fica Vivo tem dado certo”. Essa foi a conclusão que a aluna Ângela Nogueira Souza chegou, ao defender sua dissertação junto ao Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência da Faculdade de Medicina da UFMG. “O programa quer reduzir a violência que o tráfico tem capitalizado, e os homicídios de jovens diminuíram desde que ele entrou na comunidade da Cabana do Pai Tomás”.

A pesquisa, realizada no aglomerado, teve como objetivo estudar como são estabelecidas as relações dos jovens atendidos pelo programa Fica Vivo, da Secretaria de Estado da Defesa Social, com a criminalidade violenta. Ângela analisou relatórios dos atendimentos psicossociais oferecidos e entrevistou cinco jovens, entre 18 e 29 anos, que participam ou já participaram das atividades do programa de controle de homicídios e do tráfico de drogas.

"Os jovens mais antigos que eu entrevistei me disseram que os grupos eram mais violentos, porque era pela violência que eles obtinham reconh…

Relação entre bioética e cuidados paliativos é falha no ensino de Medicina

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Estudo destaca necessidade de aprofundar conhecimento e debate sobre o assunto nas escolas de Minas Gerais

Como lidar e cuidar de pacientes com doença avançada e terminal, auxiliando-os a morrer com dignidade? Pensar sobre o ensino desse cuidado, ainda na graduação, foi o tema abordado pelo médico José Ricardo de Oliveira em sua tese Reflexões sobre o ensino de bioética e cuidados paliativos nas escolas médicas do estado de Minas Gerais, defendida pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas a Saúde do Adulto da Faculdade de Medicina da UFMG.

Para o médico, a instrução de cuidados paliativos nos cursos de Medicina é um dos fundamentos para o entendimento da relação entre escola, médico e equipe interdisciplinar de assistência à saúde, no que diz respeito à terminalidade da vida humana.

Ele conta que a realização do estudo, qualitativo, se deu em quatro etapas. Na primeira, foram consultadas 28 faculdades para verificação de como o ensino de bioética e cuidados paliativos eram con…