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Mostrando postagens de Junho, 2015

Falência hepática aguda

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A halência hepática aguda (FHA) é uma condição rara, mas devastadora, que evolui para falência de múltiplos órgãos e óbito como seu curso natural. A assistência intensiva e o transplante hepático possibilitaram a modificação da história natural e aumento da sobrevida. A FHA, geralmente, se apresenta em uma crian- ça ou adolescente previamente hígido que inicia com sintomas inespecíficos de duração variada e com a evolução do quadro surgem outros sintomas como icterícia, vômitos, hipoglicemia e convulsões, tornando a síndrome clínica evidente. O diagnóstico etiológico é importante, uma vez que algumas doenças de base possuem tratamentos específicos. Contudo, em até 50% dos casos, um diagnóstico específico não é estabelecido. Sua presença será estabelecida se há evidência bioquímica de falência hepática aguda, na ausência de doença hepática crônica e associada à coagulopatia de origem hepática não corrigível pela vitamina K (RNI > 1,5 em paciente com encefalopatia hepática ou RNI ≥ 2…

Angiologia vai além do tratamento de varizes

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Saúde com Ciência apresenta série sobre a angiologia – ramo ainda recente da Medicina –,  que trata doenças  do sistema circulatório.
O sistema circulatório é dividido em vascular sanguíneo, formado pelas veias e artérias, e vascular linfático. Seu órgão central, o coração, é tratado à parte por outro médico: o cardiologista. Mas o cuidado com o sistema circulatório, responsável por levar sangue, oxigênio e nutrientes para todo o corpo, fica a cargo do angiologista, especialista que trata das doenças e problemas de origem circulatória. A angiologia é, para muitos, conhecida apenas por tratar das varizes, mas ela é muito mais ampla. Afinal, o sistema circulatório está presente em todo o corpo.

Seu funcionamento é explicado pelo professor do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da UFMG, Ernesto Lentz. “O sangue é levado para todo o organismo através dos batimentos cardíacos: o coração batendo manda sangue para o vaso principal que é a aorta, que se divide em ramos diversos e …

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Conheça a estomização

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Em entrevista ao Saúde com Ciência, professor da Faculdade revela que Belo Horizonte é referência mundial em técnicas para lidar com esse tipo de cirurgia

Palavra derivada do grego stóma, que transmite a ideia de boca, a ostomia é a cirurgia responsável pela abertura de um canal que permite a comunicação entre um órgão interno e o meio externo, gerando o uso de uma bolsa coletora para eliminação de resíduos – fezes e urina. Entre as causas principais do procedimento, também chamado de estomização, estão cânceres, doenças inflamatórias, fatores genéticos e traumas relevantes, como acidentes com armas brancas ou de fogo.

O tipo mais comum é a colostomia, que acomete o intestino grosso. Também são realizadas, com maior frequência, cirurgias no intestino delgado (ileostomia), bexiga (urostomia) e estômago (gastrostomia). E não é só o órgão afetado que diferencia os tipos da cirurgia – ela pode ser permanente ou temporária, de acordo com a temporalidade do estoma, no caso, a abertura do cana…

Capacitação na atenção básica e o cuidado na doença falciforme

A doença falciforme em Minas Gerais tem incidência de 1:1.400 em recém-nascidos e constitui problema de saúde pública. O atendimento no nível primário de saúde é primordial e pouco avaliado em todo o mundo. “Programas de capacitação para profissionais da atenção primária são essenciais para que haja qualidade no cuidado integral aos pacientes”, alerta a autora da tese defendida junto ao Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente da Faculdade de Medicina da UFMG, Ludmila Mourão Xavier Gomes.

Segundo Ludmila, o objetivo da pesquisa foi avaliar a efetividade de uma intervenção educacional para agentes comunitários de saúde e técnicos de enfermagem sobre o cuidado e acompanhamento da pessoa com doença falciforme na atenção primária. Para ela, a intervenção se mostrou importante porque há uma lacuna na literatura sobre a capacitação de profissionais da atenção primária acerca do cuidado e acompanhamento da pessoa com doença falciforme. “Na literatura nacional não há estu…