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Mostrando postagens de Setembro, 2015

Lei seca tem pouco impacto nos índices de mortalidade no trânsito

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Estudo revela que, após cinco anos de sua implementação, a Lei Seca não diminuiu de forma significativa as taxas de mortalidade por acidentes de trânsito.
A cada ano, mais de um milhão de pessoas perde a vida no trânsito pelo mundo, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Acidentes de trânsito são a oitava causa de morte e, para mudar este quadro, a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e a Organização das Nações Unidas (ONU) propuseram, em 2010, a “Década de Ação para Segurança Viária 2011- 2020” a mais de 100 países. O plano inclui ferramentas para ajudar as nações a desenvolverem planos nacionais e locais que reduzam, até 2020, em até 50% o número de óbitos no trânsito.
Como parte das medidas de segurança viária, foi implementada no Brasil, em 2008, a “Lei Seca”, que estabelece o índice zero de alcoolemia e impõe penalidades severas para os motoristas que dirigem após consumir álcool. Mas, segundo dados de estudo desenvolvido junt…

Maior parte das vítimas de trauma chega ao hospital em transporte particular

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Maioria do transporte é feito por leigos e chega mais rápido ao hospital, mas nem sempre de forma adequada


[caption id="attachment_47319" align="alignleft" width="300"] Imagem: reprodução/Portal G1.[/caption]

Um projeto de pesquisa constatou que a maior parte dos pacientes de trauma atendidos no Pronto Socorro do Hospital Risoleta Tolentino Neves, da UFMG, não chegam ao local de ambulância, transporte especializado. A pesquisa deu origem ao artigo "Epidemiologia dos pacientes tratados no Hospital Risoleta Tolentino Neves de acordo com o tipo de atendimento pré-hospitalar", publicado em 2015 na Revista Médica de Minas Gerais. A autoria é do médico Luiz Alberto Bomjardim Pôrto; o médico Alexandre Mesquita Lentz Monteiro e a economista Simone Ferreira dos Santos. O artigo foi escrito sob orientação do professor e coordenador do Centro de Tecnologia em Saúde (Cetes) da Faculdade de Medicina, Cláudio de Souza.

O objetivo do estudo foi colher informações…

Mudança na Saúde começa pela educação dos profissionais

Com 2500 Trabalhos defendidos, Nescon desenvolve projetos de intervenção em áreas de destaque epidemiológico no mundo
Segundo a pesquisa do Banco Mundial, a cada mil meninas entre 15 e 19 anos no Brasil, 70 deram à luz em 2013. Com conseqüências como o abandono escolar e discriminação social, a gravidez na adolescência é considerada um problema da Saúde Pública no país. “Para mudar esta realidade, precisamos trabalhar a sexualidade e prevenção da gravidez nas escolas, local onde os adolescentes passam grande parte do dia”, explica a pesquisadora do Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (Nescon), Diliane Madeira.

Este foi o foco da intervenção proposta por Diliane em seu Trabalho de Conclusão de Curso na Especialização Estratégia Saúde da Família (Ceesf). Partindo da demanda de uma escola da cidade de Coronel Fabriciano - MG, a proposta elaborada prevê conhecer os adolescentes e promover reuniões para abordagem da educação sexual deste público.

A autora explica que o projeto foi desenvolvi…

O discurso jornalístico sobre o Programa Mais Médicos

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Pesquisa analisa foco das abordagens midiáticas sobre o programa do Governo Federal

Instituído por meio do projeto de Lei 12.871, em outubro de 2013, o Programa Mais Médicos tem por finalidade a formação de recursos humanos na área médica para o Sistema Único de Saúde (SUS). Desde a sua criação, o programa tem sido debatido com destaque nos meios de comunicação. O debate em torno da implantação do Mais Médicos continua intenso, sendo os meios de comunicação o principal fórum de discussão do tema.

Mas de que forma o jornalismo aborda a iniciativa? Como o discurso jornalístico a respeito deste tema tem sido construído? Este é o tema da dissertação “O Programa Mais Médicos em uma abordagem lexical: Representação social e repercussão científica”, de autoria de César Augusto Luz, defendida no Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina da UFMG.

[caption id="attachment_47202" align="alignleft" width="300"] O pesquisador César Luz é jornalis…

Treinamento de pais pode ser eficaz para síndrome de Williams

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Intervenção ensina os pais a lidarem melhor com os problemas de comportamento dos filhos que apresentam a síndrome.
O treinamento de pais (TP) é uma orientação para que, a partir da teoria da psicologia sobre a análise do comportamento, façam uma avaliação dos problemas comportamentais que as crianças apresentam. Esta intervenção já acontece atualmente, inclusive muitos estudos já comprovaram sua eficiência principalmente para o déficit de atenção e hiperatividade. Em relação à síndrome de Williams (SW) foi aplicada e analisada pela primeira vez pela psicóloga Flávia Neves Almeida, no desenvolvimento da sua dissertação de mestrado defendida junto ao Programa de Pós-Graduação da Saúde da Criança e Adolescente da Faculdade de Medicina da UFMG.

A SW é uma síndrome genética rara causada pela perda total ou parcial de um segmento do cromossomo, podendo atingir ambos os sexos. Também conhecida como síndrome de Williams-Beuren, seu primeiro diagnóstico é realizado, na maioria das vezes, atravé…