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Mostrando postagens de 2016

Icterícia

Icterícia é a coloração amarelada da pele e das mucosas. É uma situação comum em recém-nascidos e, na maioria das vezes, desaparece no final da primeira semana de vida, sem necessidade de investigação. No entanto, algumas vezes merece maior atenção. Icterícia que persista além dos 14 dias de vida deve ser investigada com urgência, pois pode ser devido a colestase. (Ver Cartilha Alerta Amarelo)

Hepatite

Hepatite é a inflamação do fígado. Pode ter várias causas, como vírus, alguns medicamentos, álcool e outras drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. São doenças silenciosas que nem sempre apresentam sintomas, outras vezes podem causar icterícia, que é a coloração amarelada de pele e olhos, urina escura e fezes claras, cansaço, febre, mal-estar e vômitos. O tratamento depende de cada causa. Pode evoluir para cirrose ou ficar estável com o tratamento adequado.

Glúten

É uma proteína existente no trigo, no centeio e na cevada, que está muito presente em alimentos industrializados, como: pães, bolos, bolachas, macarrão, quibes, embutidos, pizzas e cervejas. (Ver doença celíaca)



Cartilha com receitas sem glúten da ACELBRA-MG.

Doença celíaca

A doença celíaca é desencadeada pelo glúten em pessoas com predisposição genética. O glúten é uma proteína que está presente no trigo, centeio e cevada e, nestas pessoas, causa inflamação crônica no intestino, levando à diarreia e perda de peso, mas pode também acometer outros órgãos. A doença ocorre em cerca de 1% da população mundial.

A associação genética da doença celíaca é bem estabelecida - existe risco aumentado da doença em parentes de primeiro grau dos celíacos. Mas, também há chance aumentada da doença em portadores de outras doenças como o diabetes tipo 1, tireoidite de Hashimoto, hepatite autoimune, síndromes de Down, Williams e Turner e a deficiência seletiva de IgA.

Os pacientes apresentam sintomas variados. A forma clássica é caracterizada por sintomas de má absorção de nutrientes pelo intestino (diarreia, falta de apetite, retardo do crescimento, deficiência de vitaminas, ferro, cálcio e ácido fólico). Mas, muitos pacientes apresentam sintomas em outros órgãos além do i…

Constipação intestinal

A constipação intestinal, também conhecida como “prisão de ventre” ou “intestino preso”, é a eliminação de fezes de consistência endurecida ou com frequência diminuída (duas ou menos evacuações por semana). Pode manifestar-se por alterações nas características das fezes, dor abdominal, evacuações pouco frequentes (duas ou menos evacuações por semana), eliminação de fezes calibrosas ou fragmentadas, dor ou esforço para evacuar e até escape fecal (eliminação involuntária de fezes nas roupas íntimas).

É muito comum em crianças e pode trazer graves repercussões na vida do paciente, como comprometimento da qualidade de vida, sentimento de baixa estima, distúrbios comportamentais e retraimento social. Por isso, merece atenção e cuidado.

Artigo acadêmico sobre Constipação Intestinal

Colúria

É a coloração escura da urina devido à eliminação de bilirrubina (substância que compõe a bile e que dá a coloração amarelada à pele). Está associada a doenças do fígado, como a colestase. (Ver colestase)

Colestase neonatal

É o termo utilizado para descrever as doenças que ocorrem no primeiro mês de vida em que há diminuição da eliminação da bile, que passa, então a acumular no organismo. Isso pode levar a cirrose com todas as suas complicações (ver cirrose).  As crianças podem apresentar icterícia (coloração amarelada de pele e olhos), urina de cor escura e fezes de cor clara ou esbranquiçada.

Pode ser causada por agentes infecciosos, tóxicos, doenças metabólicas, síndromes genéticas, entre outros. Uma de suas causas mais frequentes é a atresia biliar. A atresia biliar é uma doença que afeta os ductos biliares, canais por onde é eliminada a bile. Neste caso, o tratamento é cirúrgico e deve ser feito, idealmente, até os 60 dias de vida (ver cartilha Alerta Amarelo). Outras causas de colestase terão tratamentos diferentes.

Cirrose

Cirrose é o resultado de várias doenças crônicas que causam destruição das células do fígado com a formação de cicatrizes, que alteram a estrutura e o funcionamento do fígado. Crianças também podem apresentar cirrose. Não é apenas o álcool que leva a cirrose, mas muitas outras doenças, como hepatite B e C, hepatite autoimune, atresia de vias biliares e doenças do metabolismo. Algumas destas causas têm tratamento, como hepatite B e C e hepatite autoimune, o que pode melhorar a evolução dos pacientes. Outros casos, podem não ter tratamento específico e, com isso, podem ocorrer várias complicações com necessidade, por vezes, de transplante de fígado.

Atresia biliar

A atresia biliar é uma doença que afeta os ductos biliares, canais por onde é eliminada a bile. A doença se manifesta ainda no primeiro mês de vida, com icterícia que se prolonga além de 14 dias de vida, urina escura e fezes claras. É uma das causas mais frequentes de colestase neonatal (ver colestase neonatal). Neste caso, o tratamento é cirúrgico e deve ser feito, idealmente, até os 60 dias de vida. (ver cartilha Alerta Amarelo)

Doença inflamatória intestinal na infância

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A incidência da doença inflamatória intestinal tem aumentado nos últimos anos. Classicamente, é dividida em doença de Crohn e colite ulcerativa. As manifestações clínicas mais comuns são a dor abdominal, diarreia, perda de peso e sangue nas fezes.

Este artigo chama a atenção para a importância da suspeita clínica e diagnóstico para encaminhamento e tratamento adequados, minimizando o impacto negativo na qualidade de vida dos pacientes afetados.

Dia das Crianças tem invasão de super-heróis no HC-UFMG

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No dia 12 de outrubro, as crianças internadas no HC-UFMG não foram visitadas apenas por seus familiares e a equipe do hospital para comemorar o Dia das Crianças. Vieram, também, O Batman, o Homem Aranha, a Mulher-Maravilha e outros super-heróis para festejar este dia especial. A surpresa aconteceu com os personagens escalando as paredes externas no hospital e fazendo cada criança sair de seu leito e correr até a janela para acenar aos personagens dos quadrinhos. A saudação inusitada foi articulada entre um grupo praticante de rapel e a diretoria do hospital. O dia de alegria, certamente, amenizou o sofrimento de muitas crianças em tratamento e reacendeu a relevância do lúdico como aliado às abordagens tradicionais.

[caption id="attachment_1336" align="alignright" width="300"] Super-heróis que alegraram o Dia das Crianças no HC-UFMG[/caption]

Na luta contra o câncer infantil, usar estratégias criativas e típicas do universo infantil é recurso eficaz para enf…

O açúcar escondido nos alimentos: como reduzir o açúcar da alimentação do seu filho

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[caption id="attachment_1330" align="alignright" width="300"] Desenho feito por Mariana Starling[/caption]

Uma das consequências da globalização e da urbanização aceleradas é a modificação dos padrões alimentares da população. Tais mudanças podem ser traduzidas pelo aumento no consumo de alimentos ultraprocessados, ricos em gordura, açúcar e sal e o baixo consumo de legumes, verduras e frutas1 . Segundo o estudo “Padrões de ingestão de fluidos: um estudo epidemiológico de crianças e adolescentes no Brasil”, que incluiu 831 crianças e adolescentes de ambos os gêneros com idades entre três e 17 anos e residentes em cinco cidades brasileiras, publicado no BMC Public Healthum, adolescentes de 11 a 17 anos ingerem cerca de 26 quilos de açúcar por ano com as bebidas – quase 45% a mais do que eles poderiam consumir no período (18 quilos), considerando o açúcar presente em todo tipo de alimento, não apenas nas bebidas2 , o que mostra um erro alimentar importante d…

Setembro dourado: sinais “valiosos” para o diagnóstico precoce

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A palavra câncer tem origem no grego, karkínos, e significa caranguejo. Uma das explicações para o significado reside no fato de os tumores crescerem e se espalharem como as patas de um caranguejo. De fato, é isso que ocorre quando as células se replicam de forma desordenada, originando a doença.

O mês de setembro é dedicado a ações que visam ao diagnóstico precoce dos canceres infanto-juvenis. Sinais como febre, sudorese noturna, dor nos ossos, inchaço abdominal e emagrecimento inexplicado devem chamar atenção de quem convive com crianças e adolescentes para a procura de um pediatra rapidamente. Grande parte das vezes esses sinais não levarão ao diagnóstico de um tumor, mas não se deve protelar a busca por um médico.

Segundo dados do INCA, são estimados 9000 novos casos de câncer infanto-juvenil por ano no Brasil, sendo essa a principal causa de morte por doença de 1 até 19 anos. Os tumores mais frequentes na infância incluem as leucemias que afetam os glóbulos brancos, células que par…

Estudo inédito no país avalia história natural de variantes da doença falciforme

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Segundo pesquisador, conhecimento dos subtipos da doença contribui para qualidade do tratamento.


[caption id="attachment_53870" align="alignleft" width="300"] O pesquisador e hematologista Paulo Rezende. Foto: Rafaella Arruda.[/caption]

O entendimento sobre a incidência e o curso clínico das variantes da doença falciforme pode contribuir para a previsão e prevenção das manifestações clínicas e, assim, melhorar a qualidade de vida do paciente. Esta é uma das conclusões de pesquisa inédita feita no país sobre os subtipos da doença falciforme, grupo de alterações genéticas caracterizado pela presença de um tipo variado de hemoglobina no sangue – a hemoglobina S (HbS) – que provoca diversas complicações, como obstrução dos vasos sanguíneos, infecções e crises de dor.

Além da forma mais comum da doença conhecida como anemia falciforme (HbSS), que ocorre quando a pessoa herda o gene para a HbS tanto do pai quanto da mãe, existem outras variantes com característica…

O Açúcar é tão perigoso quanto o Tabaco

Em um artigo apresentado no dia 31 de outubro de 2016 no Medscape Pediatrics “Sugar Is the New Tobacco, so Let's Treat It That Way” por Aseem Malhotra, MBChB, MRCP destaca-se a urgente necessidade de se dar a devida importância ao elevado consumo de açucar pela população mundial, em especial as crianças, e estudar melhor os problemas de saúde relacionados a este elevado consumo.

Evidências mostram que o consumo excessivo de açúcares, pode comprometer a qualidade da alimentação impactando negativamente na saúde das pessoas. O açúcar é um carboidrato simples, por ser absorvido rapidamente pelo organismo, eleva os níveis de glicose de forma muito rápida, além de prejudicar a absorção das vitaminas e minerais presentes em outros alimentos.

Segundo o texto apresentado pelo autor uma análise econométrica de 175 países revelou que, para cada 150 calorias de açúcar disponíveis para consumo, houve um aumento de 11 vezes na prevalência de diabetes tipo 2 na população quando comparado com 150 …

Pacientes com hepatite C podem desenvolver transtornos psiquiátricos

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Pesquisa verifica a possibilidade da hepatite C ter outras manifestações, além de afetar o funcionamento do fígado
A hepatite C crônica é considerada um dos principais problemas de saúde pública no mundo. Além de manifestações no fígado, podem surgir outros sintomas ao longo do tempo, como o surgimento de transtornos psiquiátricos. Essa relação foi analisada na dissertação de Mestrado da psiquiatra Maria Carolina Castro, defendida junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto da Faculdade de Medicina UFMG.

“Muitas pesquisas avaliam apenas a depressão nesses indivíduos. Nós avaliamos outros transtornos psiquiátricos (transtornos de ansiedade, dependência química, transtornos psicóticos, de humor em geral, entre outros) e a relação entre eles”, destaca a autora. “Além disso, os pacientes avaliados não estavam fazendo uso de medicações para a hepatite C no momento em que esses transtornos foram avaliados, diminuindo o risco da interferência dessas substâncias n…

Diagnóstico do câncer infantil chega a demorar até oito anos, diz UFMG

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O câncer é a principal causa de morte por doença em crianças e adolescentes (de 1 a 19 anos) nas principais capitais brasileiras. O diagnóstico precoce do câncer infanto-juvenil tem grande importância no aumento da sobrevida e na redução da morbidade da doença e do tratamento. O serviço de Hematologia e Oncologia Pediátrica do Hospital das Clínicas da UFMG (HC-UFMG) é referência estadual no tratamento das neoplasias malignas da infância.

Diante das dificuldades diagnósticas no Brasil, o programa “Profissão Repórter”, da Rede Globo, foi até a Faculdade de Medicina da UFMG para entrevistar a pesquisadora Dra. Bruna Salgado e a oncologista pediátrica Profª Karla Rodrigues, professora do departamento de pediatria da Faculdade de Medicina e médica do HC-UFMG. Ambas trabalham no Observatório da Saúde da Criança e do Adolescente, cujo eixo “Qualidade de Vida e Diagnóstico Precoce do Câncer na Infância e Adolescência” desenvolve um estudo no qual foi observado que o tempo de diagnóstico do cân…

Tempo para diagnóstico de câncer de próstata é maior do que o recomendado

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Demora aumenta o risco de morte, principalmente para idosos com comorbidades
Karen Santos*


[caption id="attachment_53507" align="alignleft" width="300"] Foto: Reprodução Internet[/caption]

O tempo de diagnóstico e a demora no início do tratamento foram analisados em uma pesquisa sobre a assistência em saúde prestada ao paciente com câncer de próstata no Sistema Único e Saúde (SUS). A autora, Sônia Faria Mendes Braga, fisioterapeuta especialista em geriatria e mestre em ciências da saúde, apresentou o trabalho como tese de doutorado, defendido junto ao Programa de Pós-graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina da UFMG.

Através da avaliação de dados da Base Nacional em Oncologia, o estudo analisou o tempo decorrido entre a data do primeiro tratamento oncológico ambulatorial e a data do óbito por câncer da próstata ou por outras causas, correspondentes a todos os casos no Brasil no período de 2000 a 2008.

Levando em consideração o índice de sobrevida e o…

Estudo aponta ações para melhorar a integração da APS à Rede de Atenção à Saúde

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Análise das respostas do PMAQ de 2012 indica as ações que diferenciam as equipes de atenção básica quanto à sua integração à rede assistencial


[caption id="attachment_53487" align="alignleft" width="300"] Pesquisa foi feita a partir do questionário de avaliação externa do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade de Atenção Básica (PMAQ-AB)[/caption]

Uma dissertação de mestrado, defendida junto ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina da UFMG, analisou a integração da Atenção Básica à rede assistencial do SUS, a partir do questionário de avaliação externa do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade de Atenção Básica (PMAQ-AB). A assistente social e autora da pesquisa, Lenir Aparecida Chaves, orientanda da professora Eli Iola Gurgel, utilizou os dados das 17.202 equipes de saúde da família, correspondente a 50% das equipes que responderam ao primeiro ciclo do Programa, no ano de 2012.

O questionário foi respondido por p…

Boletim da SMP alerta amarelo

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Neste boletim da Sociedade Mineira de Pediatria de 2016, lançamos novamente o Alerta Amarelo, reforçando a importância do reconhecimento precoce da colestase neonatal. Diante de todo recém-nascido cuja icterícia persista além dos 14 dias de vida, impõe-se a dosagem das bilirrubinas e a observação da coloração das fezes e urina. Uma vez confirmada a colestase, é necessário o encaminhamento urgente para um centro de referência.

Pesquisa aponta novas evidências sobre organismo de ex-fumantes

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Pesquisa identificou que marcadores de inflamação podem se equiparar aos de quem nunca fumou após um ano do término do tabagismo
*Carol Morena
O dia 29 de agosto é marcado como o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Atualmente, o tabagismo é considerado, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), uma das principais causas de mortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis no mundo. Os surgimentos dessas doenças podem ser implicados pelas respostas inflamatórias do organismo, induzidas pelo tabaco. No entanto, alguns efeitos danosos do cigarro, como o aumento dos marcadores inflamatórios, podem ser reversíveis após a cessação do tabagismo.

[caption id="attachment_52585" align="alignleft" width="198"] Flávia Soares Peres analisou os marcadores de inflamação no organismo de ex-fumantes e não fumantes[/caption]

Esses são alguns apontamentos da dissertação de mestrado da enfermeira Flávia Soares Peres, defendida junto ao Programa de Pós-Graduação em Saúde …

Estudo avalia ações de incentivo ao aleitamento materno

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Práticas como aleitamento sobre livre demanda e alojamento conjunto favorecem uma amamentação satisfatória e vantajosa para mães e bebês
Karen Santos*
Por recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Unicef, as crianças devem receber aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade, ou seja, não é necessário qualquer tipo de alimentação complementar. Para incentivar essa prática, foram criados os Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno, que consistem em recomendações, preconizadas pela OMS e pela Unicef, para que a mãe amamente com sucesso e, assim, o bebê receba o aleitamento materno de maneira satisfatória.

[caption id="attachment_52388" align="alignleft" width="300"] Foto: Corbis Images[/caption]

A nutricionista Cristianny Miranda e Silva avaliou o contexto desses Dez Passos na maternidade Odete Valadares, referência em Minas Gerais. Os resultados foram publicados em sua dissertação de mestrado, defendida junto ao Programa de Pó…

Salário Maternidade Licença Maternidade

As trabalhadoras que contribuem para a Previdência Social têm direito ao salário maternidade nos 120 dias em que ficam afastadas do emprego por causa do parto. Para as trabalhadoras empregadas, empregadas domésticas e trabalhadoras avulsas, não é exigido tempo mínimo de contribuição à previdência social desde que comprovem filiação nesta condição na data do afastamento para fins de salário maternidade ou na data do parto (considera-se parto o nascimento ocorrido a partir da 23ª semana de gestação, inclusive natimorto). A contribuinte facultativa e a individual têm que ter pelo menos dez contribuições para receber o salário maternidade. A segurada especial receberá o benefício se comprovar no mínimo dez meses de trabalho rural. Se o nascimento for prematuro, a carência será reduzida no mesmo total de meses em que o parto foi antecipado. Nos abortos espontâneos ou previstos em lei (estupro ou risco de vida para a mãe), será pago o salário maternidade por duas semanas.

O salário maternid…

Leite materno

Leite fraco: o que fazer?

Alimentação da criança de 1 a 2 anos

Horário
Tipo de alimentação
Observações


Ao acordar
Leite materno ou mamadeira. Pode ser complementado ou substituído pelo “café da manhã”: leite no copo, pão, biscoito, etc
Em torno dos dois anos de idade, a criança não deverá estar mais mamando, no peito ou na mamadeira, exceto por sobrevivência nutricional.




No meio da manhã

(9 horas)
Suco ou “vitamina” de frutas (laranja, cenoura, tomate, pêra, beterraba, maçã, mamão, abacate, etc). Pode acrescentar leite, mel, um tipo de farinha de cereal, biscoito, etc.


Oferecer em copo e colher, tão logo seja possível.

Estimule a criança a comer com suas próprias mãos. Para algumas crianças essa refeição deve ser bem leve, para não “atrapalhar” o almoço.


Horário do almoço
Refeição dos adultos, adaptada (“comidinha”)
A partir de um ano e três meses estimule a criança a usar sozinha a colher.




No meio da tarde

(15 horas): merenda
Frutas; leite ou café com leite; papa de leite com biscoitos, pão ou um tipo de farinha de cereais; mingau de leite com u…

Alimentação da criança de 6 meses a 1 ano

Horário
Tipo de alimentação
Observações


Ao acordar
Leite Materno
Pode ser complementado pelo “café da manhã”: leite no copo, pão, biscoito.




No meio da manhã

(9 horas)
Suco ou “vitamina” de frutas (laranja, cenoura, tomate, maçã, pêra, beterraba, abacate, mamão etc). Pode acrescentar leite, mel, um tipo de farinha de cereal.
Oferecer na colher, se possível. Estimular a criança a comer biscoito, pão, com suas mãos. Completar com leite materno, se necessário.


Horário do almoço
Sopa de legumes
Pode ser completado com leite materno ou uma sobremesa: suco, doce, gelatina, pudim, sorvete, etc.




No meio da tarde

(15 horas): merenda
Frutas amassadas ou raspadas: maçã, pêra, banana, mamão; papa de leite com biscoitos, pão ou um tipo de farinha de cereais; mingau de leite com um tipo de farinha; gelatina; iogurte, etc.
Oferecer na colher.


À tardinha (18 horas)


Leite materno.

A partir dos 7 meses começar o jantar (sopa de legumes)
O jantar pode ser complementado com leite materno ou suco, fruta, p…

Alimentação da criança até os seis meses de idade: aleitamento misto

A introdução de outros alimentos, além do aleitamento materno, até os seis meses, dependerá da necessidade da mãe (trabalho fora de casa, por exemplo) ou da criança (ganho insuficiente de peso, por exemplo).

Alimentação da criança até os seis meses de idade: aleitamento materno exclusivo

A Organização Mundial de Saúde preconiza o aleitamento materno exclusivo, sem complementos (como chás, sucos, etc) até os seis meses de vida.

Amamentação

É o ato de nutrir o filho com seu próprio leite.

Alimentação

É uma prática natural, que cada família realiza de acordo com seus valores e suas posses. 

Vulvovaginite

É a inflamação da vagina e da vulva. 

Vômito em jato

É o vômito que ocorre subitamente, sem enjoos e às vezes de maneira violenta.

Vômito bilioso

É o vômito cuja coloração é dada pela bile – substância produzida pelo fígado e armazenada na vesícula biliar que prepara a gordura ingerida na dieta para ser digerida mais facilmente.

Sinais de alerta em pediatria

São sinais identificados na avaliação da criança que auxiliam no reconhecimento de situações de urgência e emergência pediátrica. 

Urticária

É o aparecimento súbito de bolinhas vermelhas que coçam muito, sobre uma região de inchaço da pele. 

Tuberculose

É uma doença infecciosa causada por uma bactéria que afeta principalmente os pulmões, podendo ocorrer em outros órgãos como intestino, ossos e rins.

Teste do pezinho

É um exame de triagem neonatal realizado para detectar diferentes doenças.

Políticas públicas melhoram condições de envelhecimento em BH

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Apesar dos avanços, idosos de Belo Horizonte têm hábitos de vida piores que os de Nova Iorque, cidade com forte cultura do Fast Food
Embora o Brasil tenha 23,5 milhões de pessoas idosas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país ainda não está preparado para cuidar da saúde desses indivíduos. É o que explica a terapeuta ocupacional e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina da UFMG, Luciana de Souza Braga, que analisou dados do primeiro e segundo “Inquérito de Saúde da Região Metropolitana de Belo Horizonte”, realizados em 2003 e 2010, respectivamente.

“A população brasileira envelheceu muito rápido. Na França, por exemplo, essa mudança foi gradual, com mais de cem anos para adequação das políticas públicas”, conta Luciana. “Já o Brasil não teve tempo para essas adequações e isso se reflete no que é ofertado hoje para os idosos”, afirma.

Luciana analisou indicadores do envelhecimento ativo e da condição de sa…

Centros de Referência oferecem auxílio multidisciplinar às vítimas de violência sexual

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Segundo dados das Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (Deams), 15 mil casos de estupro são registrados por ano no Brasil. Ainda assim, estima-se que a incidência destes crimes é subnotificada: menos de 10% das ocorrências chegam às delegacias, devido ao constrangimento e medo de humilhação que as vítimas sentem, por exemplo.

“Outro problema que pode afetar essas estatísticas e, consequentemente, as ações de combate e prevenção, é a revitimização da mulher”, explica a autora de pesquisa defendida junto ao Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência da Faculdade de Medicina da UFMG, Maria Flávia Brandão.

[caption id="attachment_51966" align="alignleft" width="300"] Foto: reprodução/internet[/caption]

“A vítima de uma violência sexual costuma ter medo de expor o caso, e tinha que passar por uma delegacia de polícia, para fazer a abertura do inquérito policial, no Instituto Médico Legal (lML), para coleta de vestígios do…

Doença falciforme ainda é pouco visível na saúde pública

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Dados do SUS não representam a realidade da doença em Minas Gerais
Estudo da UFMG aponta que a doença falciforme (DF), considerada uma das doenças hereditárias mais comuns no país, ainda é pouco reconhecida nos sistemas de informação em saúde pública de Minas Gerais. Passados 18 anos da triagem neonatal para a doença no estado e apesar da grande demanda por internações, a melhoria nos registros ainda é pequena, o que indica, entre outros fatores, a necessidade de um maior investimento em capacitação profissional, a fim de aumentar a visibilidade da doença.

Essas são algumas das conclusões da pesquisa de doutorado da pediatra Ana Paula Pinheiro Chagas para o Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Faculdade de Medicina da UFMG, de 2016. O objetivo foi analisar e caracterizar as internações hospitalares de crianças com doença falciforme, triadas pelo Programa de Triagem Neonatal de Minas Gerais (PTN-MG), em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), entre 1999 e 2012, sendo cons…