Alimentação da criança até os seis meses de idade: aleitamento materno exclusivo

A Organização Mundial de Saúde preconiza o aleitamento materno exclusivo, sem complementos (como chás, sucos, etc) até os seis meses de vida.  A legislação brasileira define que a gestante que trabalha fora do lar tem direito a 120 dias de licença-maternidade, o que incentiva essa prática.

As vantagens do leite materno, para o bebê, são muitas: é um alimento completo, sempre pronto e na temperatura certa, protege contra infecções e alergias, é bom para o correto desenvolvimento da dentição e da fala. Além disso, favorece o desenvolvimento infantil: amamentar e fixar olhos-nos-olhos estimula o amor e o carinho e fortalece o vínculo mãe-filho. Para a mãe, as vantagens estão em aumentar os laços afetivos, ser econômico e prático, não precisando ser comprado, diminuir o sangramento materno pós-parto e fazer o útero voltar mais rápido ao normal. Facilita o retorno ao peso materno anterior, diminui o risco de câncer de mama e de ovários. A amamentação prolonga o tempo sem menstruação, sendo um método natural de espaçamento entre filhos (embora não seja um método anticoncepcional totalmente confiável).

Após completar seis meses, os bebês devem continuar a ser amamentados até os dois anos de idade, se possível, introduzindo-se, aos poucos, os alimentos da família (sucos, papa de frutas, papa ou sopinha de legumes, etc).

Ver: amamentação

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